CONVERSAS COM MEU PAI + STABAT MATER, 

UMA TRAJETÓRIA DE JANAINA LEITE (2020) 

Editora Javali

O livro, com 144 páginas, conta com prólogo e epílogo escritos por Janaina Leite, prefácio escrito pela pesquisadora Silvia Fernandes (ECA/USP), textos críticos de Luciana Romagnolli e Jorge Louraço, fotos e as dramaturgias do espetáculo. 

Live de lançamento com Janaina Leite e Assis Benvenuto (Ed. Javali)

https://www.youtube.com/watch?v=Y96xwuJ8VTo 

AUTO ESCRITURAS PERFORMATIVAS: DO DIÁRIO À CENA (2017)

Editora Perspectiva

Janaina Leite lança seu primeiro livro pela renomada Editora Perspectiva. O livro pioneiro no Brasil sobre autobiografia no teatro tem prefácio de Sílvia Fernandes e orelha de Luiz Fernando Ramos. Além de um intenso percurso teórico, o livro traz também as experiências de criação de “Festa de Separação: Um documentário cênico” e “Conversas com meu pai”. A publicação contou com apoio da Fapesp.

O livro pode ser adquirido em diversas livrarias ou pelo site da Editora Perspectiva: 

https://editoraperspectiva.com.br/produtos/autoescrituras-performativas/

"O excelente livro de Janaina Leite é um marco no estudo das manifestações cênicas que se aparentam ao teatro documentário e são pouco analisadas no contexto brasileiro.(...) A autora foi capaz de formular questões incômodas, que acabaram servindo como mote de desenvolvimento do estudo que apresenta ao leitor. Entre elas, talvez a mais complexa seja aquela que se pergunta se, de fato, existem modos possíveis de o real atravessar o teatro. É importante frisar que que, nesse caso, não se trata de mera dúvida retórica ou teórica, recurso bastante comum em trabalhos acadêmicos, mas de interrogação inquietante sobre um processo criativo que é testemunho de vida"

Sílvia Fernandes

“Pioneira da proposta de um teatro documentário na cena paulistana, Janaína reúne exemplos recentes de artistas e grupos, no Brasil e no exterior, que vem desenvolvendo variações em torno de obras cuja matéria prima é o real em bruto, e em que  vidas e ações humanas são apresentadas sem uma pátina ficcional. Explicita também o denso processo criativo a que se lançou partindo desse programa de pesquisa. Destaca-se aí, sobretudo, aquele que resultou em Conversa com Meu pai.

 Ao leitor cabe o prazer e a responsabilidade de reviver aquela experiência, tanto pelo olhar analítico e retrospectivo dessa narradora privilegiada, quanto pelo texto dramático que o sucede, traduzindo poeticamente o que  antes aparecera como conceito.”

 Luiz Fernando Ramos